Tudo bem, o desenho não ficou lá essas coisas, afinal eu sou aquele a quem meu sobrinho, então com uns três anos, pediu: - Tio, desenha um carro? Eu desenhei, ele olhou e disse: - Tio, desenha um carro? quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
60 e poucos anos, quatro linhas, três vídeos, duas cores, um sonho
Tudo bem, o desenho não ficou lá essas coisas, afinal eu sou aquele a quem meu sobrinho, então com uns três anos, pediu: - Tio, desenha um carro? Eu desenhei, ele olhou e disse: - Tio, desenha um carro? Expansionismo musical

Todo Se Tranforma by guedes
Todo Se Transforma
Jorge Drexler
Tu beso se hizo calor,
Luego el calor, movimiento,
Luego gota de sudor
Que se hizo vapor, luego viento
Que en un rincón de la rioja
Movió el aspa de un molino
Mientras se pisaba el vino
Que bebió tu boca roja.
Tu boca roja en la mía,
La copa que gira en mi mano,
Y mientras el vino caía
Supe que de algún lejano
Rincón de otra galaxia,
El amor que me darías,
Transformado, volvería
Un día a darte las gracias.
Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.
El vino que pagué yo,
Con aquel euro italiano
Que había estado en un vagón
Antes de estar en mi mano,
Y antes de eso en torino,
Y antes de torino, en prato,
Donde hicieron mi zapato
Sobre el que caería el vino.
Zapato que en unas horas
Buscaré bajo tu cama
Con las luces de la aurora,
Junto a tus sandalias planas
Que compraste aquella vez
En salvador de bahía,
Donde a otro diste el amor
Que hoy yo te devolvería
Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Tocar o céu com a ponta do pé
Nos últimos meses, os milhões de seguidores deste blog (tá bom, pelo menos a minha grande amiga e praticamente gêmea idêntica Jac, a quem fico devendo um post sobre os 15 anos do Brisa do Mar, o meio de transporte mais cool, hype e outras expressões colonizadas que já circulou entre Rio e Niterói, incluindo a descrição de um ônibus-pirata [tapa-olho no farol e pneu de pau, pronto, falei] e tudo sobre a gestação da trama de Farsa Mentirosa, a novela épico-lacrimosa que descortinava a saga de Luiz Henrique e Henrique Luiz, gêmeos univitelinos nascidos com 23 dias de diferença e separados ao nascer que... Mas voltemos ao post)
As galerinhas iam se sucedendo no palco, com os temas girando em torno do Pop brasileiro e mundial, Justin Bieber incluído, que dúvida... Para a apresentação da Agrupada de Clara, junto com os coleguinhas da manhã, a canção escolhida foi Assim sem Você, na voz de Adriana Partimpim. Os editores do Correio já viram o filminho diversas vezes, mas ainda se arrepiam com a alegria dos pequenos e a interação e sucesso junto aos fãs da plateia (pais, avós, pais e avós de colegas, mas de todo jeito...):
Pra concluir, já valendo como mensagem de fim de ano, se a gente não se ver mais até dois mil e onze, curtam os vídeos de Noite Feliz, onde a empolgação supera a afinação, com enormes vantagens, dentro do espírito de participação e acolhimento das diferenças que etc. e Happy Day, com as turmas mais adiantadas.
Tenham um bom fim de ano, com poucos amigos ocultos e muitos revelados. Paz.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
ESCOL@

Parêntesis rápido: rola até quinta (2/9) uma votação, estou apoiando o meu amigo Nuno Rau, com sua Influência da Bossa. Cliquem AQUI pra votar.
DEPRESSA A VIDA PASSA
(Fred Martins – Marcelo Diniz)
Depressa a vida passa, mal se sente
e tudo já parece diferente:
o que doeu um dia hoje é dormente,
o amanhã não se lembra do presente;
e mal tudo é passado, o mais recente
começa a tecer o recorrente:
a cada ruga tudo é mais ausente,
o tempo foge e sempre leva a gente;
fascina como a infância é inocente:
eterno no vigor do adolescente,
no idoso, ainda crepita o sol poente;
fascina como tudo é transparente:
depressa a vida passa e, de repente,
desfaz-se, n´água, a face que a ressente.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Recuerdos de Icaraí
(Piero)
yo soy yo soy yo soy
soy agua, playa, cielo, casa blanca
soy mar atlántico, viento y américa
soy un montón de cosas santas
mezclado con cosas humanas
cómo te explico cosas mundanas.
fui niño, cuna, teta, techo, manta
más miedo, cuco, grito, llanto, raza
después mezclaron las palabras
o se escapaban las miradas
algo pasó... no entendí nada.
vamos, contame, decime
todo lo que a vos te está pasando ahora
porque sino cuando está
tu alma sola llora
hay que sacarlo todo afuera
como la primavera
nadie quiere que adentro algo se muera
hablar mirándose a los ojos
sacar lo que se pueda afuera
para que adentro nazcan cosas nuevas.
soy pan, soy paz, soy más, soy el que está (por acá)
no quiero más de lo que quieras dar
hoy se te da y hoy se te quita
igual que con la margarita
igual el mar igual la vida.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Em uma locadora perto de você
Que Audrey Hepburn foi a mais bela mulher do século XX é uma afirmação que pode ser largamente discutida, embora não comigo. Que Gregory Peck foi um galã daqueles que bem vocês sabem, é fato que algumas de nossas 17 leitoras terão prazer em sustentar contra qualquer Colin Firth desses. 2) Entrevista coletiva em Notting Hill:
Mais não conto, porque afronta os princípios do M.A.T.E. Fiquem com um clipe montado com cenas do filme:
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Pop
Na sala da TV eu assistia a outra manifestação fortíssima do alcance do pop, o documentário Don´t You Forget About Me, título tirado da canção interpretada pelo Simple Minds no filme O Clube dos Cinco (The Breakfast Club), uma das obras-primas do produtor, diretor e roteirista John Hughes, que fez um punhado de filmes antológicos pra quem viveu nos 80 - e/ou viu muita Sessão da Tarde e reprises de TV a cabo de lá pra cá. Pra quem esqueceu da música:
